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Cuidado com o pouso (José Carlos Figueiredo Silva-Portugal) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Pousando com segurança

A maioria dos acidentes em voo se dão no pouso e na decolagem: aproximações mal calculadas, erros de pilotagem nos últimos momentos de voo…

No inverno é a melhor época para treinar pousos, uma vez que as ascendentes, em regra geral, são mais fracas e as "merrecas" são mais comuns.

Pousar começa pela preparação da aproximação, de forma a terminar o vôo em pé, lentamente e no local previsto. A escolha do tipo de aproximação faz-se, entre outras, em função da velocidade e direção do vento, da configuração do terreno e dos seus arredores, do nível de pilotagem que temos. Poderemos passar rapidamente de um tipo de aproximação a outro, caso seja necessário, vantagem que nos é dada pela pouca velocidade da nossa aeronave.

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Decolagem, requisito básico para um bom vôo (José Carlos Figueiredo Silva-Portugal) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

DecolandoDecolando vôo livre - decolagem

Saber decolar é a capacidade adquirida por aprendizagem que nos permite inflar, controlar a asa e sair a voar em condições variadas, com um máximo de êxito.

Atingir esta capacidade é o objetivo do trabalho que a seguir se descreve e não apenas saber decolar com certas condições. A decolagem envolve a integração de várias destrezas; um conjunto de variáveis: piloto, asa, terreno, condições de voo. Só uma aprendizagem sólida permitirá lidar com sucesso com grande variedade de situações.

Se bem que para atividades individuais, o método global tem geralmente maior rendimento para os principiantes; considerando que a aprendizagem do controle cruzado da asa, pelos manobradores é uma destreza de grande exigência de coordenação motora, na maioria os casos geradora de patamares demasiado longos e por isso desmotivadores; que no método analítico esses mesmos patamares aparecem no momento em que se associam as diversas partes; proponho-me a utilizar o método global-analítico-global e para isso, dividi o inflado em cinco fases bem distintas que serão trabalhadas ora no seu conjunto, ora separadamente.

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Curva Polar (Por Luciano Miranda) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Planeios de Um Parapente

A curva polar é um nome bonito que apenas representa todos os planeios do seu parapente, dentro do ar. Só será a mesma coisa em relação ao solo se não existir vento.

O nome polar é porque todos os planeios partem de um mesmo ponto (pólo) representado nas figuras pelo ponto 0.

Para conseguir desenhar a curva polar de seu parapente você precisa voar e anotar algumas velocidades importantes, extraídas de um variômetro acoplando uma peteca (anemômetro) ao seu variômetro para indicar a velocidade em relação ao ar.

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Vamos girar térmicas (Por Frank Brown) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Este artigo faz parte de uma série que envolverão técnicas de vôo abrangendo basicamente:Térmicas, o que são, como centrar, onde encontra-las e as transições.

Centragem : A maior parte do tempo que passamos voando, fora em lift, é em térmicas, isto é, tentando ficar dentro delas. É muito raro quando damos 4 ou 5 voltas sem fazer alguma correção, estas correções são essenciais para sermos mais eficientes, subindo mais e mais rápido.

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Porosímetro (Por Ary Pradi) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Cada fabricante de parapente tem os seus parâmetros. Para SOL e NOVA temos os seguintes parâmetros de porosidade para medições feitas com equipamento JDC MK1:

Abaixo de 10 segundos - não recomendado usar;
10-25 segundos - muito usado;
25-80 segundos - usados;
80-200 segundos - pouco usado;
acima de 200 segundos - relativamente novo.

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Como ir (e voltar) ao Cristo (Por Marcelo Rambo) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Estas dicas são fruto de observações e experiências colhidas desde 1990, quando comecei a voar de parapente em São Conrado.

Cristo Redentor RJPrimeiramente, vamos analisar o relevo e o micro-clima dentro de nossa área de vôo:

A grosso modo podemos considerar que em São Conrado os pontos cardeais estão balizados a Sul pelo mar, a Norte pela rampa, a Oeste pela Barra da Tijuca e a Leste pela Lagoa. Eu considero que o relevo dentro do polígono de vôo da SBR-324(eu acho que é este seu nome) está dividido em quatro movimentos, dispostos no sentido Leste/Oeste, do mar para o interior, a saber:

- o movimento dos Dois Irmãos;

- o movimento composto pela cordilheira da Gávea (entre a Gávea e o Horto), o Cochrane, a Agulinha, a Pedra Bonita e Pedra da Gávea;

- o movimento composto pelo Corcovado, o Sumaré e o Queimadinho; e - o movimento do maciço da Tijuca. Essa configuração orográfica cria compartimentos estanques(vales), que possibilitam a existência de condições de vôos típicas do interior bem próximo ao mar. Estas condições são favorecidas pelas diversas formações rochosas e pela vegetação da Mata Atlântica, que, quando sobre irradiação solar, são responsáveis pelo surgimento de atividade térmica.

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Aerologia de São Conrado (Por Marcelo Rambo) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

As condições em São Conrado são bastante previsíveis.

É possível visualizar o ventão E/NE, na camada de 0 a 400 m, antes que este chegue na bacia de São Conrado. Isto é feito observando-se o mar na direção do Arpoador e da Ilha Rasa (a do farol). A superfície do mar começa a ficar encrespada e observa-se os carneirinhos desde o Arpoador. Normalmente o ventão demora +/- 10 minutos para pipocar em São Conrado, tempo suficiente para sair da roubada, basta estar ligado no vôo e no que acontece ao seu redor.

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Como competir ? (Por Paulo Reis - Portugal) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Os dez passos de Greg Hamerton's para gozar o voo e voar o melhor possível durante as competições.
Dez dicas para voar em competição por "Greg Hamerton"

A JANELA ESTÁ ABERTA! Grita o juiz de prova. 
Subitamente a encosta explode em acção à sua volta. A sua mente constata uma situação caotica à medida que os pilotos descolam.

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Lidando com fechadas (Por Rob Whittal) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Traduzido por Vital Holmo Batista - CSMVL

Elas acontecem a todos nós de tempos em tempos e todos os parapentes são susceptíveis a tê-las. É sem dúvida uma das causas principais de acidentes mas freqüentemente não é a fechada que realmente causa o problema, é a reação do piloto em tentar controlar a situação.

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Ground Handling (Por Rob Whittal) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Aqui está uma das melhores e mais fáceis maneiras de melhorar seu vôo: "ground handling" (ou manejo em solo).

É válido dizer que grande parte dos melhores pilotos do mundo demonstra grande habilidade no manuseio de suas velas no solo; não porque são bem dotados ou super homens, mas porque treinam. Treinando, melhoram-se as reações e a compreensão da vela. Procure um belo campo aberto e passe uma hora ou duas inflando e treinando as técnicas de decolagem de frente e de costas. Uma vez que já tenha dominado o básico, não se envergonhe.

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O Medo de voar (Traduzido do livro Performance Flying de Dennis Pagen por Sivuca) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

O medo é uma parte natural do ato de voar porque é um mecanismo de defesa natural.

Lá pelo seu primeiro ano de vida, (no segundo se você for muito lento) você percebe que dói cair no chão.

O fato que podemos cair com nossas asas é óbvio para qualquer um que passou pelos primeiros momentos do aprendizado do vôo livre. Assim, um razoável percentual de medo pode nos manter seguros funcionando como um alarme diante de situações que potencialmente possam ameaçar nossa integridade física.

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Relatório Médico (Por Dr.Joselito Fonseca Correia médico de plantão em Cambuquira eleito o Doutor dos pilotos) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

relatório médico

Dr.Joselito Fonseca Correia médico de plantão em Cambuquira 
eleito o Doutor dos pilotos

 

I. Rotina realizada; 
II. Observações; 
III. Sugestões para os próximos Campeonatos; 
IV. Equipamentos de proteção; 
V. Jardim de Esculápio; 
VI. Mensagem Final.

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Os sacos de batatas voadores (Por Isaias Malta da Cunha) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Olhos são bons para coisas que se pode ver, no entanto um piloto de vôo livre enfrenta algumas coisas invisíveis, o ar, as térmicas, as descentes, as turbulências, etc.

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O Sobrevivente da Croácia ( Revista Cross Country) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Sábado, 26/07/97.

Tive um pressentimento para não voar naquele dia. Meu amigo Matko e eu acordamos às 0600 da manhã, juntamos as coisas e fomos para Buzet, o local da competição. O tempo não parecia bom. Dirigimos dentro da chuva e o termometro do carro mostrava uma temperatura externa de 16ºC, muito baixa para esta época do ano.

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O Urubú PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Mello RS numa conversa, meio sem assunto, um amigo me pergunta se eu gostaria de voltar ao mundo , noutra encarnação, como tenista ou como jogador de futebol. Para ser franco, nem uma coisa, nem outra. Se outra vida me fosse dada à viver, mais adiante, eu preferia chegar a terra na pele de um urubu.

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O trinômio perfeito: Piloto-Condição-Equipamento (Por Sivuca) PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Sivuca Voando Livre

Uma forma bastante eficiente para garantir ou ao menos melhorar bastante a correta análise e interpretação de todas as variáveis que estão direta e indiretamente relacionadas ao ato de voar, é associa-las a conjuntos específicos. Desta forma, fica mais fácil dirigir a atenção aos itens princi-pais separadamente sem esquecer de nenhum deles. O êxito do vôo depende portanto, da perfeita harmonia entre os fatores :

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Sobre o uso de orelhas: PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

BIG orelhas, são perigosos?

Trata-se, aparentemente, uma base e manobra bastante discreta, mas de repente veio para o olho do furacão no mundo internacional de parapente. Ele tudo começou em um PG fórum de discussão na internet, há alguns meses:

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As dicas de Daniel Shmidt sobre conceitos de vôo asa delta PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Técnicas de vôo livre - ASA DELTA

A>1/001:Asa Delta – EQUIPAMENTO – Nível 1+
Não engate um mosquetão em outro. Existe uma capa de uma das primeiras edições da Air Time com uma foto de um piloto no Cristo, (tirada da quilha) que é um exemplo do que não se deve fazer. Troque seu “mosquetão” de 3 em 3 anos, mas não o dê de presente para outro voador. Você só estará transferindo o problema.

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As dicas de Daniel Shmidt sobre conceitos de vôo parapente PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Técnicas de vôo livre - PARAPENTE

P>2/001:Parapente – EQUIPAMENTO - Nível 2+:
De tempo em tempo, dê uma tração de 5 Kg com uma balança em cada uma das linhas. Amarre o tirante em um poste e puxe linha por linha no local onde está presa a vela. Cuidado para não danificar as linhas, nem as alças. Normalmente elas costumam encolher mais nos tirantes “C” e “D” e nas pontas onde há pouca carga. Isto faz com que o parapente voe mais estolado e consequentemente fora de sua trimagem inicial. Isto é mais crítico em velas de competição que tem linhas longas e uma profundidade de vela pequena, aumentando a variação do ângulo de ataque de forma mais acentuada em função de pequenas variações de comprimento de linha.

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As dicas de Daniel Shmidt sobre conceitos do vôo livre PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Técnicas de vôo livre - ASA E PARAPENTE

P/A>2/001: Parapente – Asa delta – DECOLAGEM – Nível 2 +:
Quando há promessa de farofa, não chegue na rampa cedo demais (a não ser no Rio).
A espera pode torná-lo impaciente e fazê-lo decolar justamente pouco minutos antes do primeiro ciclo forte. Se pousar e subir de novo, a melhor hora já passou.
Não aconselho uma espera maior que 1 hora e meia.

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Dicas para alcançar os céus - Herik Mauerberg PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo

Herik"Voar não é um esporte. Voar é viver. Define quem és, como pensas, como escolhes as amizades. Dependendo da severidade da paixão, voar também define a rapidez com que se abandonam os amigos não-voadores."
Quando qualquer paixão rege a vida, é natural que não apenas se pense nela constantemente, mas também se entre em pensamentos filosóficos sobre ela. Mais tarde ou mais cedo, começa-se a reconhecer as etapas da adição. Existe a fase inicial da experimentação: a emoção do primeiro vôo, os pés a largarem o solo pela primeira vez, a respiração contida e a sensação estranha no estómago, à medida que a terra se afasta.

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